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Debian, scannear pela rede com uma Brother MFC-8860dn PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
SUN, 24 de Maio de 2009 18:04

           No meu trabalho  há uma  multifuncional Brother MFC-8860dn, é daquelas faz tudo (imprime e scanneia duplex, copiadora e fax), para instalar ela como impressora sempre foi ridiculamente fácil, se for pela USB basta espetar (no Debian Lenny em diante, e nos Ubugtu também) que já está configurada, para instalar via rede  nada melhor que usar o bom e velho CUPS (http://localhost:631) que também detecta ela perfeitamente.

           Mas hoje (domingão), estou aqui no trabalho fazendo uns serviços de manutenção e com um pouco de tempo, resolvi fazer uma coisa que nunca fiz, scannear via rede por ela. Pesquisando na web sobre  scanner de rede só encontrei relatos de como fazer um scanner plugado num GNU/linux se transformar em um scanner de rede usando o sane, resolvi ir direto a fonte o sítio da Brother, pois me lembrava que nos tempos que usava Debian Sarge e  o suporte do CUPS pra Brother não era lá essas coisas, eles mantinham drivers para impressão com pacotes .deb e  .rpm (e o melhor tudo sob a  GNU/ GPL ponto positivo pra eles), e não é que navegando por lá encontro o driver para o scanner e pior  o driver de rede para ele.

          Vamos ao passo a passo de como configurar então:

Sistema operacional: Debian Squeeze (com kernel 2.6.26-1-686) com  sane e  xsane instalados.

          Acesse  http://solutions.brother.com/linux/en_us/index.html , vá em Scanner Driver / Scan-Key-Tool , faça o download do driver brscan (no meu caso foi o brscan2 32bit para Debian). Feito o download  num terminal (como root claro!) instale o brscan:

# dpkg  -i  --force-all brscan2-0.2.4-0.i386.deb

          Agora você precisa configurar o scanner, para isso usei o comando abaixo:

# brsaneconfig2 -a name=SCANNER model=MFC-8860DN ip=192.168.0.2

          A sintaxe é  brsaneconfig2 -a name=SCANNER model= (modelo do scanner) ip= (endereço ip do scanner), caso você não saiba qual é o endereço ip de sua MFC,  vá no painel, aperte a tecla Menu, depois procure por LAN, e por final TCP/IP.

          Pronto, scanner  instalado

          E como vamos digitalizar?   Bem para isso nós temos o já bem conhecido Xsane, ao abrir-lo ele já irá detectar a MFC-8860dn, e fará a digitalização, mas apenas uma imagem por vez, pois não é preparado para o alimentador automático (RDF) que vem neste equipamento, para resolver esta deficiência lembrei que o Dr. Thadeu Penna a um bom tempo atrás quando conversávamos sobre OCR estava exeperimentando um novo software o gscan2pdf, para minha sorte ele está nos respositórios do Squeeze (aptitude install gscan2pdf ),  por ele dá pra trabalhar muito bem,  podemos explorar os recursos  de digitalização pelo alimentador automático, digitalizar frente e verso, cores/escala de cinza/preto e branco, etc. Eis um screenshot do bicho salvando algumas imagens:

e aqui o arquivo que foi salvo: martinelli.eti.br/images/teste.pdf

         Procurei aqui no trabalho alguma coisa pra digitalizar e só encontrei uma revista velha da Veja, retirei umas folhas e coloquei no alimentador para fazer frente e verso, pena que só tinha Veja, pois eu não gosto de ler esta revista é muito tendenciosa, traduzindo a veja é uma péssima revista.

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NTFS-3G no Debian Etch PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
SAT, 07 de FEBRUARY de 2009 20:14

Hoje houve uma mensagem  na lista do Grupo de Usuários de Software Livre do Sulfluminense, aonde o membro Bruno Nardini, queria instalar  o ntfs-3g  no Debian Etch. Ele estava se baseando no howto do Diogo Corrêa http://diogocorrea.wordpress.com/2007/11/11/montando-particoes-ntfs-no-debian/ .

 

Segue abaixo minha resposta, creio que possa ajudar mais pessoas, por isso postei aqui nesse blog largado...

 

        Pelo visto o  Diogo Corrêa não sabe que existe o  backports  do Debian, eu uso (e sempre usei) Debian Testing para os meus desktops, tá certo que já surfei agressivamente no Unstable por um ou dois anos (e foi muito bom), mas acho que fiquei velho e me acomodei nos  Testing, eu só uso Debian stable (estável) para servidores.

        Como não tenho uma instalação de Debian Etch que compartilhe o disco rígido com uma partição NTFS, não vou poder fazer na prática isso mas vamos lá, quem sabe você Bruno pode testar o que vou escrever abaixo:

        O pacote ntfs-3g  tem no  etch-backports http://packages.debian.org/etch-backports/ntfs-3g  portanto não é
preciso instalar um novo kernel como você viu naquele blog, basta adicionar o repositório do backports  no  seu sources.list
        Para quem não conhece o
www.backports.org, ele é um repositório do Debian com pacotes atualizados (com versões próximas ou ultima versão ) para o Debian.

# vim  /etc/apt/sources.list (se não souber usar VIM, aprenda!, mas se for preguiçoso use um gedit então).

adicione a linha:

deb http://www.backports.org/debian etch-backports main contrib non-free

salve e saia,  e depois atualize o apt.

# aptitude  update

Como não foi instalada a keyring do backports  vai dar um erro:

W: GPG error: http://www.backports.org etch-backports Release: As assinaturas a seguir não puderam ser verificadas devido a chave pública não estar disponível: NO_PUBKEY EA8E8B2116BA136C

Isso é simples de resolver:

# aptitude install debian-backports-keyring

depois:

# aptitude update (para atualizar)

feito isso vamos a parte complicada, que é instalar  o tal do  ntfs-3g:

# aptitude  install ntfs-3g libfuse2  (o libfuse2 tem a versão mais nova   do backports do que a do  etch, mas o aptitude resolve esse conflito sem problemas).

        Agora o ntfs-3g está instalado.,

        Vi que no  howto que você indicou, tem umas discrepâncias que fogem ao padrão de se montar por default partições (principalmente no Debian), pelo visto lá ele só tem ele mesmo de usuário no sistema dele, pois ele monta a partição direto no home dele, se tiver outros usuários ele vai ter que montar várias vezes ehehhe, por default ou se monta no /media ou
no /mnt, mas você é livre para montar aonde quiser. Sugiro que a montagem seja assim:

# vim /etc/fstab

        Adicione a linha:

/dev/hda1 /media/ruindows ntfs-3g users,exec,auto,umask=000,defaults,locale=pt_BR.ISO-8859-1,   0 0

Explicando:  o /dev/hda1, é aonde fica a partição ntfs, veja se é essa mesmo, caso não, altere.

        o /media/ruindows, é o lugar aonde vai ser montado, você pode colocar o nome que quiser, eu carinhosamente uso o ruindows.

        o ntfs-3g,  informa o tipo de sistema de arquivos e neste caso informa para usar o  ntfs-3g, pois você pode montar apenas com ntfs, mas somente com suporte a leitura.

        os demais parametros servem para  dar acesso  a leitura e escrita a todos os usuários (users, umask), o auto serve pra montar automaticamente a partição, e o mais importante é fazer o sistema interpretar tudo como  isochart 8859-1, já que aqueles sistemas operacionais antigos como o Microsoft Windows XP e  Vista, não sabem lidar direito com o padrão UTF-8, seria tão bom se eles fossem poliglotas (MS use unicode  caramba!, eta gente atrasada).

        Depois de salvar o fstab,  não se esqueça de criar o diretório destino:

# mkdir /media/ruindows

        Por precaução de um chmod 777 nela:
# chmod -R 777 /media/ruindows

 
Executando Modellus no Debian PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
SAT, 31 de JANUARY de 2009 16:31

       Recentemente na lista do Grupo de Usuários de Software Livre do Sul Fluminense, foi postada uma dúvida para a execução de do aplicativo Modellus ( http://modellus.fct.unl.pt/ ) que é escrito em Java, na lista o usuário não estava conseguindo rodar o aplicativo dando o seguinte erro:

$ java -jar Modellus#915.jar

Exception in thread "main" java.lang.NoClassDefFoundError: Modellus.WinUI.ModellusMainFrame
   at gnu.java.lang.MainThread.run(libgcj.so.90)
Caused by: java.lang.ClassNotFoundException: Modellus.WinUI.ModellusMainFrame not found in gnu.gcj.runtime.SystemClassLoader{urls=[file:Modellus#915.jar], parent=gnu.gcj.runtime.ExtensionClassLoader{urls=[], parent=null}}
   at java.net.URLClassLoader.findClass(libgcj.so.90)
   at gnu.gcj.runtime.SystemClassLoader.findClass(libgcj.so.90)
   at java.lang.ClassLoader.loadClass(libgcj.so.90)
   at java.lang.ClassLoader.loadClass(libgcj.so.90)
   at gnu.java.lang.MainThread.run(libgcj.so.90)

      Diante das dúvidas resolvi baixar e executar o Modellus, e também obtive o mesmo erro,  no meu Debian Lenny possui o plugin java  instalado através dos respositórios non-free do Debian e em sua ultima versão e plenamente funcional. Mas para o Modellus não resolveu, então a solução foi experimentar o plugin java fornecido diretamente pela Sun Microsystens, 

http://java.com/pt_BR/download/linux_manual.jsp   e opte pela versão  "Linux (arquivo de extração automática)"

      Após baixar o plugin altere a permissão do arquivo para  755,

$ chmod a+x jre-6u11-linux-i586.bin (versão corrente até a presente data)

      execute o java:

$ ./jre-6u11-linux-i586.bin

      Leia os termos da licença do Java, e se concordar com ela, ao final  escreva "yes", para que o java seja descompactado. Será criado o diretório jre1.6.0_11, para simplificar você pode alterar o nome para  jre se desejar:

$ mv jre1.6.0_11/ java-sun

       Se você é tem apenas acesso de usuário comum no seu Debian, você pode executar aplicativos java a partir do diretório do Java da Sun em seu prório diretóriol (/home/usuario/java-sun). Desta forma caso você já tenha baixado o Modellus e feito a descompactação você pode perfeitamente executa-lo desta maneira:

$ /home/usuario/java-sun/jre1.6.0_11/bin/java -jar Modellus#915.jar

 

      Agora, se você possui acesso ao root, e quer que os demais usuários do seu sistema utilizem o Modellus, podemos fazer desta forma:

      Mova o diretório java-sun (jre1.6.0_11) para um diretório como o  /usr/local (por exemplo).

# mv java-sun/ /usr/local

      Para facilitar vamos criar um link do java no /usr/bin

# cd /usr/bin

# ln -s /usr/local/java-sun/bin/java java-sun

      Desta forma para executar algo através do java da sun basta digitar no terminal  "java-sun"  e não digitar o caminho /usr/local/java-sun/bin/java.

      Agora vamos mover o diretório do Modellus (presumindo que ao descompactar o .zip dele você fez isso em um diretório chamado modellus):

# mv modellus /usr/local/

      Que tal criarmos um pequeno script para facilitar a execução do Modellus?

# cd /usr/local/modellus

      Eu uso o Vi mas para quem é leigo creio que seja melhor usar um  gedit ou o kedit da vida.

# gedit modellus

      Adicione as seguintes linhas:

#!/bin/bash
java-sun -jar /usr/local/modellus/Modellus#915.jar

      Salve e feche o editor.

      Agora dê permissões de execução:

# chmod a+x modellus

      Crie um link simbólico em /usr/bin:

# cd /usr/bin

# ln -s /usr/local/modellus/modellus .  (não se esqueça do ponto, ele indica que o link será no /usr/bin)

      Pronto, agora qualquer usuário pode abrir um terminal e  digitar  modellus, dar um enter e usar a vontade.

      Mas pelo visto ainda está um pouco complicado para um leigo né.  O jeito é criar um "atalho" no Desktop, assim bastam dois cliques. Eu só uso GNOME, então vou explicar como é "extremamente complicado" criar um "atalho" nele.

      No Desktop clique com o segundo botão do mouse (o direito), vá na segunda opção "Criar Lançador"  e siga o exemplo abaixo, você também pode escolher um ícone para ele clicando no botão a esquerda.

 

 

       Não considero estas soluções como ideal, mas quebram um galho, até alguém fazer realmente algo melhor.

 

 

 

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Ministério da Justiça não tá nem aí pra quem não usa IE PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
THU, 15 de JANUARY de 2009 16:42

       Estes dias um amigo que utiliza Debian Lenny, questionou porque o Iceweasel (firefox para o Debian) não abre direito a pesquisa para buscar  Oscip's. Vi que havia uma maneira de contato com o webmaster, preparei um texto informando o ocorrido, passados alguns dias, recebi a resposta segue abaixo na íntegra: 

Prezado Cidadão,
Obrigado por entrar em contato com o Ministério da Justiça. Veja a resposta para sua solicitação:

null

Sua solicitação foi:
Caro Webmaster,
Venho por meio deste, pedir uma solução para o problema proviniente a consulta de entidades cadastradas no Ministério (
http://www.mj.gov.br/data/Pages/MJ59319A86PTBRNN.htm ), pois ao tentar
acessar este endereço não se consegue realizar a pesquisa pois o campo "Consultar" não está habilitado, este problema ocorre quando se tenta acessar o referido endereço com navegadores como Mozilla Firefox, Google Chrome, Safari, Opera, Epiphany, Konqueror, etc.
Está claro que para acessar este recurso do sítio do Ministério da Justiça somente utilizando o sistema operacional Microsoft Windows e seu navegar MS Internet Explorer, pelo visto vocês não seguiram as normas internacionais da W3C (entidade que rege a Word Wide Web) ao criarem aqueles campos de busca.
Peço a solução deste problema, pois o sítio do Ministério da Justiça é acesso a todos e não somente quem utiliza um único tipo de navegador.
Vale lembrar que o próprio governo federal é incentivador do uso de Softwares Livres em suas instituições, e sendo assim muitos dos próprios computadores do governo não terão devido acesso a esse serviço de Busca.
Grato
Cláudio Martinelli
_____ Importante: se você não se sentiu satisfeito com a resposta, estamos à disposição para ouvir suas críticas, elogios, sugestões e reclamações sobre o Atendimento ao Cidadão do Ministério da Justiça.

      Null ? que bela resposta automática o "webmaster" do MJ dá a um cidadão.

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Debian Lenny - Ativando preview audio no Gnome Nautilus PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
SAT, 10 de JANUARY de 2009 14:08

      Esta semana meu compadre Fabrício Paiva, esteve em casa para dar uma ajustada no Debian Lenny que ele instalou recentemente, e claro aprender mais como se faz as coisas mais na mão heheh.

      E entre outras coisas ele lembro que no Debian-BR-CDD tinha um preview de audio, bastava deixar o ponteiro do mouse sobre o arquivo de audio que ele começava a tocar, realmente é uma frescura que impressona os novatos e aqueles vem utilizam sistemas operacionais mais arcaicos (é aquele sistema que na sua versão 7 está plagiando o  velho KDE 3.5).

      Fui ver no meu Lenny com os pacotes do BRDesktop (pra quem ainda não sabe o BRDesktop é o substituto do Debian-BR-CDD, ele deve sair quando o Debian Lenny estiver pronto), como o BRDesktop tem a função de ser um Debian pra usuários leigos, bem não funcionou, perguntei pra uns amigos no Jabber (o Sene) e no dele tava funcionando, tentamos algumas coisas mas, nada.

      Lembrava que nos tempos do BR-CDD tinha que instalar o  mpg-321 ou o  mpg-123 e já era o suficiente,  bem  fiz isso e também nada.

      Passado um dia,  estive conversando com o Thadeu Penna ( http://profs.if.uff.br/tjpp/ ), e no dele também não estava funcinando,  e num mexe daqui, mexe dali, o Thadeu descobriu o problema, é que além do mpg123 teriamos que instalar o esound que não vem no Lenny por default (bem pelo menos na minha instalação de uns dois anos do Lenny). Sendo assim:

 aptitude install libesd-alsa0 esound  mpg123 mpg123-alsa mpg123-esd

      Já é o suficiente para ter todo o suporte, mas nada de audio funcionando,  nisso  Thadeu descobriu que teriamos que ativar a mixagem por software no gnome. para isso basta seguir o caminho:

Menu Sistema > Preferências > Som

      Depois ir  na aba Sons, e  marcar:

       Pronto, agora é só testar,  bastar deixar o ponteiro do mouse sobre o arquivo no nautilus que vai aparecer um balãozinho (no estilo HQ) e o som.

 

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